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O atonalismo, a dodecafonia e a música nacional de Eunice Katunda em Variações sobre um tema popular e Quatro epígrafes
DOI:
https://doi.org/10.52930/mt.v6i1.164Resumo
Este artigo discute o emprego de técnicas e procedimentos da música atonal e dodecafônica pela compositora brasileira Eunice Katunda nas obras Variações sobre um tema popular e Quatro epígrafes, compostas, respectivamente, em 1943 e 1948. Partindo da pergunta feita pela compositora em texto intitulado Atonalismo, dodecafonia e música nacional (1952),
“E? possível fazer música atonal, ou dodecafônica, de caráter nacional?”, propõe-se uma reflexão sobre os caminhos percorridos por Eunice Katunda nas duas primeiras fases de sua trajetória composicional – a Fase de Formação (até 1945) e a Fase Música Viva (1946-50), quando foram compostas as obras citadas. Estas obras foram analisadas de acordo com bibliografia condizente com os períodos abordados e comparadas a outras composições estudadas e/ou apresentadas por Eunice Katunda em recitais, tais como os ciclos Guia Prático, Brinquedo de Roda e Cirandas, de Heitor Villa-Lobos, e os procedimentos usados por Camargo Guarnieri e Hans-Joachim Koellreutter.Downloads
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2021-12-16 — Atualizado em 2021-12-16
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Artigos